Archive for the Samurai Category

Armas do Japão

Posted in Armas, Galeria de fotografias, Samurai with tags , , , , , , , , , , , on 02/06/2010 by artesmarciaispaulonetto

Galeria de fotografias do centenário da migração japonesa tiradas no Centro cultural banco do Brasil.

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A armadura samurai

Posted in Armas, Galeria de fotografias, Samurai with tags , , , , , , , , on 02/06/2010 by artesmarciaispaulonetto

Fotos e diagramas das armaduras Samurais.

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O YOROI

Mas do que os elementos de proteção, e  as características pessoais do Samurai a Armadura tinha em seu design,  o brasão de sua descendência ou clã, além dos diversos tipos e modelos existentes determinados para cada posição da hierarquia ou em campo de batalha. Possuindo um peso médio de 22 kg, sendo que só o Kabuto (Elmo) constituía em média 4 a 6 kg, caracterizado com enfeites variados e uma máscara de ferro ou couro  imitando um rosto de demônio ou animal.

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Kabuto 8

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Kabuto 3

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Entre e veja os detalhes  das armaduras Yoroi e uma grande galeria de fotos:

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A História dos Samurais – Parte 1

Posted in Samurai with tags , , , on 02/06/2010 by artesmarciaispaulonetto

As espadas dos Samurais

No outono de 1274, Takezaki Suenaga cavalgava em alta velocidade para a Baía de Hakata, situada na costa noroeste da Ilha de Kyushu. Corriam boatos de que uma grande armada invasora vinda da China e da Coreia se dirigia para a costa, com a intenção de obrigar os japoneses a submeter-se ao governo de Kublai Khan. Desde 1269, por meio de uma série de ameaças veladas, o imperador mongol do Norte da China havia tentado instituir no Japão o tipo de hegemonia entre senhor e vassalos que havia imposto na Coreia e em outras nações adjacentes.

Samurai

Sua primeira mensagem para o imperador japonês foi um insulto, ao tachá-lo de «governante de um país pequeno». Ainda que boa parte da cultura e da tecnologia japonesas procedesse da China, o Japão havia se negado durante séculos a submeter-se à relação tributária que lhe exigia a China imperial. Após seis anos do que ele considerou incitações sutis, era evidente que Kublai havia decidido que o Japão demandava uma persuasão mais firme. No início de novembro de 1274, chegaram à província de Suenaga, situada ao sul de Kyushu, notícias de que duas pequenas ilhas japonesas ao noroeste de Kyushu, Tsushima e Iki, haviam sucumbido diante da força invasora combinada de chineses e mongóis. DSC09795

Os japoneses foram largamente superados em número. Conforme os relatórios tradicionais, que quando falam do  número de efetivos militares ou de vítimas de uma guerra são sempre um tanto duvidosos, o exército sino-mongol invasor, que havia zarpado do sul da Coreia em quase 800 barcos construídos e tripulados por coreanos, tinha 15.000 homens. Os defensores de Tsushima e Iki eram somente algumas centenas. Lutando heroicamente até o último homem, os guerreiros japoneses se horrorizaram ao ver os invasores matarem indiscriminadamente mulheres, crianças e outros não combatentes. Mas para os mongóis, aterrorizar a população civil não era nada além de outra arma bélica. Quando souberam que estes invasores bárbaros se dirigiam para a Baía de Hakata, em Kyushu, Suenaga e outros guerreiros se prepararam para iniciar a batalha. Os mais aristocráticos pintaram os dentes de preto, colocaram pó de arroz e perfume e prenderam o cabelo em um coque elaborado. Os guerreiros japoneses que perdiam uma batalha costumavam ser decapitados, e este cuidado com a aparência garantia que, mesmo morto, o guerreiro conservasse sua dignidade. Depois, os guerreiros reuniram suas armas: um arco, uma adaga e uma ou duas espadas.

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Também acrescentaram ao equipamento uma pele de cervo, que usavam para sentar e conservar a posição durante a prática do tiro com arco. Na guerra, a pele servia de assento para o guerreiro que estava a ponto de ser executado. Esses eram os preparativos tradicionais dos samurais, como eram conhecidos os guerreiros profissionais que podiam de- monstrar que descendiam da aristocracia dos clãs . mais antigos. Este nome, que significa «os que servem», havia sido aplicado antes aos criados pessoais e os samurais ainda exerciam a função de fiéis serventes.

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O guerreiro devia lealdade primeiro ao seu senhor imediato, e tinha a obrigação de morrer por ele se fosse necessáho; devia até suicidar-se para evitar que o capturassem ou para expiar um ato indigno. Em troca do serviço leal aos latifundiários que os contratavam para seus exércitos particulares, os guerreiros recebiam terras ou então o direito de ser administradores de propriedades pequenas. Os samurais seguiam um código de comportamento, que mais tarde seria chama- do de bushido ou «o caminho do guerreiro», que exigia resistência fisica, devoção absoluta ao de  ver e coragem em qualquer circunstância. Certamente, este código representava um ideal. Entre os samurais também acontecia a traição e a covardia, e alguns sentiam apreensão diante da ideia de matar como forma de vida. Não era incomum que um guerreiro de elite se retirasse em um mosteiro para orar pelas almas de quem havia matado. Assim como outros, certamente Suenaga havia se formado com um mestre de tiro com arco e esgrima, e suportou penalidades como jejuns prolongados e caminhadas pela neve com os pés descalços. Talvez também-tenha sido devoto do zen, um tipo de budismo importado da China. Os governantes militares do Japão haviam aceitado o zen em grande parte pela ênfase que este punha sobre a disciplina e sobre a mente como centro de tudo.EdoArmor-3 Antes de partir para a Baía de Hakata, sem dúvida Suenaga havia rezado na capela xintoísta ou no templo budista local, implorando às diversas divindades que lhe permitissem se destacar na batalha iminente. N o dia 18 de novembro, os mongóis ancoraram na Baía de Hakata.Quando, no dia seguinte, começaram a desembarcar suas tropas, encontraram alguns milhares de guerreiros japoneses entre os quais estavam Suenaga e cinco seguidores seus. Os defensores atacaram os invasores em diversos pontos da baía. Em sua posição inicial, o pequeno grupo de Suenaga viu-se apequenado por outros bandos de japoneses, de até cem efetivos, que haviam aportado outros guerreiros de mais alta categoria com grandes propriedades. Suenaga decidiu ir para a cidade portuária de Hakata, que também estava sendo atacada, com a esperança de alcançar maior glória nela. Isto era típico dos guerreiros samurais, que gostavam de tomar a iniciativa na batalha para ganhar recompensas especiais. Mais uma vez, quando chegou à cidade, já haviam muitos guerreiros japoneses posicionados e ele e seus seguidores foram em busca de uma terceira posição. Ali, ao fim, uniram suas forças às de um poderoso guerreiro de sua província que estava repelindo com força os invasores. Os samurais lançaram seu ataque seguindo o modo ancestral: foi disparada uma flecha com uma ponta zunidora e sibilante para marcar o começo da batalha. Então, um por um, os samurais cavalgaram em busca de inimigos individuais que tivessem uma categoria similar à sua, para estabelecer combates de homem a homem. Tradicionalmen- te, um guerreiro encontrava outro de sua categoria proclamando em voz alta a linhagem de sua família e seus títulos, concluindo o anúncio, talvez, com um toque de falsa modéstia, o que dava importância à sua habilidade. Quando encontrava um adversário digno, costumava usar a espada para tentar deixá-lo sem sentido (dar um golpe mortal em cima de um cavalo era dificil) e desmontá-lo. Então desmontava, matava-o com a adaga que levava no pulso e, por último, decapitava-o. Após a batalha, as cabeças eram contadas e depois levadas para o senhor feudal como troféus e provas do massacre. No entanto, Suenaga e os outros samurais descobri- ram consternados que não era assim que os mongóis lutavam. O inimigo havia utilizado táticas grupais aperfeiçoadas durante os cinquenta anos anteriores nas amplas conquistas mongóis por toda a Ásia. Grupos de arqueiros e lanceiros tremendamente disciplinados executavam manobras precisas seguindo as ordens ao bater dos tambores. O primeiro samurai que se adiantou para desafiar o inimigo em combate parecido teve de se esquivar de uma nu- vem de flechas envenenadas. Os samurais estavamno auge de sua capacidade de tiro. Os arcos mongóis, curtos e poderosos, eram eficazes a uma distância de até 240 metros, duplicando o alcance dos arcos japoneses. Além disso, pela primeira vez os japoneses enfrentavam armas de fogo, que eram projéteis lançados com catapulta e que explodiam com um estrépito ensurdecedor, assustando os cavalos dos samurais e colocando fogo em cavaleiros e montarias por igual.7

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Um samurai na floresta

Posted in Galeria de fotografias, Samurai with tags , , , , on 02/06/2010 by artesmarciaispaulonetto

Um samurai na floresta

Este é um trabalho meu com Bonsai e Penjing. Se voçê gosta desta arte veja o meu blog sobre bonsai, penjing e cultura oriental: www.aidobonsai.wordpress.com

Fotos de um Samurai  feito em  resina com 8cm de altura. As fotos foram tiradas em alguns dos meus Penjings (paisagens). Gosto de brincar com a proporção do Penjing e fotografar pequenas figuras orientais em suas composições. A fotografia ajuda a olhar um detalhe no tronco, o galho retorcido, o detalhe da pequena vegetação na base da árvore a proporção de uma pequena pedra.

Pthecolobium tortum de 45 cm de altura. Vaso em concreto celular. Com o tempo o concreto permite o crescimento de pequenas plantas e musgo de forma natural.
Floresta de Aspargus ( 17 troncos ). Tori de madeira com 20cm de altura
Pthecolobium tortum de 45 cm de altura.
Pthecolobium tortum de 45 cm de altura.
Pthecolobium tortum de 45 cm de altura.
O caminho do guerreiro

Samurai

Posted in Galeria de fotografias, Samurai with tags , , on 02/06/2010 by artesmarciaispaulonetto

Fotografias de Samurais.

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